terça-feira, 30 de novembro de 2010
A melhor dica de edição de pdf que encontrei na internet
2. Baixe a extensão pdfimport em http://extensions.services.openoffice.org/project/pdfimport e salve no computador.
3. Abra o BrOffice e usando o botão ou menu "Abrir", abra o arquivo da extensão.
4. Siga as instruções para instalação.
5. Abra o Draw (se quiser editar no formato original), ou o Impress (se quiser editar o pdf em formato de apresentação).
6. Abra o arquivo pdf que deseja editar.
sexta-feira, 15 de outubro de 2010
PASSO A PASSO PARA ORDENAÇÃO DE RESULTADOS DE CONCURSOS
Galera, achei essa dica muito interessante e não pude deixar de postar para ajudar a todos:
PASSO 1-Copiar todo o resultado do PDF. O padrão da cespe é assim:
número, Nome, nota / número2, Nome2, nota2.............
PASSO 2-Colar tudo no word.
PASSO 3-Vai na função Localizar e substituir:
Localizar: Digitar /
Substituir:Digitar ^p (isso mesmo: acento circunflexo e p minúsculo)
PASSO 4-Essa é a parte mais chata: deixar um embaixo do outro, deste jeito:
número1, Nome1, nota1
número2, Nome2, nota2
número3, Nome3, nota3
PASSO 5-Copiar tudo e colar no bloco de notas e salvar com qualquer nome.
PASSO 6-No excel, ir em Dados->Importar dados externos...->importar dados
Procurar o arquivo que vc salvou no passo 5:
PASSO 7-Selecionar Delimitado e avançar
PASSO 8-Marcar vírgula e desmarcar tabulação. embaixo já vai aparecer a previsão de como vai ficar.
PASSO 9-Avançar e concluir
PASSO 10-Depois disso é clica na coluna das notas e clicar em ordenar e verificar sua posição...
sábado, 19 de dezembro de 2009
Medo - O Ladrão de Alegria

Ele era um ladrão profissional. Seu nome inspirava medo. Ele aterrorizou durante 13 anos as diligên
cias de Wells Fargo, rugindo como um furacão e saindo da Sierra Nevada assombrando os mais rudes homens da fronteira. Nos jornais de São Francisco a Nova Iorque seu nome se tornou sinônimo de perigo na fronteira.Durante seu reino de terror, entre 1875 e 1883, ele roubou a bagagem e o fôlego de 29 diferentes tripulações de diligências. E fez tudo isto sem disparar um tiro sequer. Sua arma cobria seu rosto. Nenhuma vítima jamais o viu. Nenhum artista pôde fazer seu retrato. Nenhum delegado pôde seguir sua trilha. Ele nunca deu um tiro ou seqüestrou alguém. Ele não precisava fazê-lo. Sua presença era o bastante para paralisar as pessoas. Black Bart. Um bandido encapuzado, equipado com uma arma mortal.
Ele faz lembrar outro ladrão que ainda anda por aí. Você o conhece, mas também nunca viu seu rosto. Você não pode descrever sua voz ou fazer seu retrato falado. Mas quando ele está por perto, você o sente por causa das batidas do seu coração.
Se você já esteve num hospital, já sentiu o toque de sua mão áspera sobre a sua. Se você já sentiu que alguém o estava seguindo, já sentiu sua respiração no pescoço. Se você acordou tarde da noite num quarto estranho, foi seu terrível sussurro que roubou seu sono.
Você o conhece. Ele é o ladrão que fez as palmas de suas mãos suarem quando foi ser entrevistado para um emprego. E foi esse patife que segregou em seu ouvido ao deixar o cemitério: “Você pode ser o próximo!”.
Ele é o Black Bart da alma. Ele não quer o seu dinheiro. Ele não quer seus diamantes. Ele não está querendo seu carro. Ele quer algo muito mais importante. Ele quer a paz do seu espírito - sua alegria.
Seu nome? Medo.
(...)
O medo é provavelmente a causa principal do potencial perdido. Quantas pessoas, através da história, malograram na consecução de seus objetivos porque deram as costas a oportunidade: sentiram medo.
(...)
Não faltam oportunidades e desafios. Novos empreendimentos comerciais precisam ser estabelecidos. Escolas precisam ser fundadas. Livros precisam ser escritos. Leis precisam ser promulgadas. Vacinas precisam ser descobertas. A poluição precisa ser controlada. Quem sabe se você não é a pessoa indicada para atender a uma destas necessidades, ou a alguma outra dentre milhares e milhares?
A propósito, lembra-se do Black Bart? Afinal, ele não era nada a temer. Quando o capuz caiu, não havia nada a temer. Quando finalmente as autoridades prenderam o ladrão, não encontraram o bandido sanguinário do Death Valley (vale da morte); encontraram um farmacêutico bem comportado de Decatur, Illinois. O homem que os jornais apontavam como alguém que galopava pelas montanhas sempre em alta velocidade. Na realidade, tinha tanto medo de cavalos, que praticava seus assaltos viajando numa pequena carruagem. Ele era Charles E. Boles - o bandido que nunca deu um tiro, porque nem sequer carregava pistola!
Existem “falsos capuzes” no seu mundo?Desmascare-os.
Viva!
Sonhe!
Planeje!
e sobretudo realize.
...quando se vence ao medo começa a sabedoria. (Bertrand Russell)
quinta-feira, 3 de dezembro de 2009
Dicionário Brasileiro de Prazos
Para evitar que estrangeiros fiquem pegando injustamente no nosso pé, está-se compilando o Dicionário Brasileiro de Prazos. Alias, este livro já deveria estar pronto , mas atrasou. Por isso extraímos alguns trechos que seguem abaixo:
DEPENDE: Envolve a conjunção de várias incógnitas, todas desfavoráveis. Em situações anormais, pode até significar sim, embora até hoje tal fenômeno só tenha sido registrado em testes teóricos de laboratório. O mais comum é que signifique diversos pretextos para dizer não.
JÁ JÁ: Aos incautos, pode dar a impressão de ser duas vezes mais rápido do que já. Ledo engano; é muito mais lento. Faço já significa “passou a ser minha primeira prioridade”, enquanto
“faço já já” quer dizer apenas “assim que eu terminar de ler meu jornal, prometo que vou pensar a respeito.”
LOGO: Logo é bem mais tempo do que dentro em breve e muito mais do que daqui a pouco. É tão indeterminado que pode até levar séculos. Logo chegaremos a outras galáxias, por exemplo. É preciso também tomar cuidado com a frase “Mas logo eu?”, que quer dizer “tô fora!”
MÊS QUE VEM: Parece coisa de primeiro grau, mas ainda tem estrangeiro que não entendeu. Existem só três tipos de meses: aquele em que estamos agora, os que já passaram e os que ainda estão por vir. Portanto, todos os meses, do próximo até o Apocalipse, são meses que vêm!
NO MÁXIMO: Essa é fácil: quer dizer no mínimo. Exemplo: Entrego em meia hora, no máximo. Significa que a única certeza é de que a coisa não será entregue antes de meia hora.
PODE DEIXAR: Traduz-se como nunca.
POR VOLTA: Similar a no máximo. É uma medida de tempo dilatada, em que o limite inferior é claro, mas o superior é totalmente indefinido. Por volta das 5h quer dizer a partir das 5 h.
SEM FALTA: É uma expressão que só se usa depois do terceiro atraso. Porque depois do primeiro atraso, deve-se dizer “fique tranqüilo que amanhã eu entrego.” E depois do segundo atraso, “relaxa, amanhã estará em sua mesa.” Só aí é que vem o “amanhã, sem falta”.
UM MINUTINHO: É um período de tempo incerto e não sabido, que nada tem a ver com um intervalo de 60 segundos e raramente dura menos que cinco minutos.
TÁ SAINDO: Ou seja: vai demorar. E muito. Não adianta bufar. Os dois verbos juntos indicam tempo contínuo. Não entendeu? É para continuar a esperar? Capisce! Understood? Comprendez-vous? Sacou? Mas não esquenta que já tá saindo...
VEJA BEM: É o Day after do depende. Significa “viu como pressionar não adianta?” É utilizado da seguinte maneira: “Mas você não prometeu os cálculos para hoje?” Resposta: “Veja bem...” Se dito neste tom, após a frase “não vou mais tolerar atrasos, OK?”, exprime dó e piedade por tamanha ignorância sobre nossa cultura.
ZÁS-TRÁS: Palavra em moda até uns 50 anos atrás e que significava ligeireza no cumprimento de uma tarefa, com total eficiência e sem nenhuma desculpa. Por isso mesmo, caiu em desuso e foi abolida do dicionário.
terça-feira, 17 de novembro de 2009
O Retorno do blog abandonado
O Imposto sobre propriedade de veículo automotor é calculado a partir do valor venal do veículo (preço médio de venda). A Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (Fipe) é responsável por definir o valor venal dos veículos de vários estados dentre eles o RJ.
Entre neste site para saber qual é o valor venal do seu carro.
www.fipe.org.br/web/index.asp
Feito isso, multiplique o valor venal do carro pela tabela de IPVA abaixo para saber o valor do IPVA a ser pago:
- 1% para caminhões com capacidade de carga superior a 1 ton, veículos de transporte de passageiros a taxímetro pertencentes a pessoas jurídicas e veículos que utilizam GNV;
- 2% para ônibus, microônibus, motocicletas, ciclomotores e automóveis movidos a álcool;
- 3% para utilitários;
- 4% para automóveis de passeio e caminhonetas, veículos de procedência estrangeira e todos os demais não alcançados pelos dispositivos acima;
- 5% para embarcações e aeronaves.
terça-feira, 18 de agosto de 2009
Parte III: Poupador X Investidor

Depois de 1 mês de férias merecidas volto a postar aqui com a continuação de minha estratégia de educação financeira, hoje trago a definição do que é ser um Poupador e um Investidor. É importante saber tal definição para que possamos visualizar onde estamos localizados na cadeia evolutiva financeira e assim almejarmos o topo da prosperidade.
Quando juntamos dinheiro, seja no cofrinho ou na caderneta de poupança somos poupadores, já que estamos acumulando capital e o retorno dessa acumulação é mínima ou igual a zero no caso de quem estoca dinheiro em casa. O medo e a falta de conhecimento sobre investimentos são as maiores causas do baixo rendimento lucrativo, ou talvez o poupador esteja acumulando dinheiro apenas para cumprir uma meta ou para suprir alguma necessidade mesmo que demore anos para alcançar tal objetivo. Quando iniciamos nosso estudo de independência financeira começamos sendo poupadores pois precisamos acumular dinheiro para aplicações futuras, e assim nos tornarmos investidores, notou a evolução?
Investidor é a pessoa ou empresa que aplica recursos financeiros visando lucros significativos e/ou benefícios futuros, porém quanto maior o retorno, maior foi o risco sofrido. O investidor precisa saber administrar o risco e não pode ser muito ganancioso para que não transforme lucro em prejuízo. Precisa sempre estar a par de novas formas de investimento e precisa ter estratégias bem definidas para retirada e reinvestimentos. O investidor não se deixa paralisar pelo medo e não toma decisões baseadas na ambição, está cada vez mais no topo da cadeia na medida em que acumula conhecimento, oportunidades e lucro nos seus investimentos.
domingo, 12 de julho de 2009
Uma estratégia para educação financeira II

Planos e metas para economizar
Na segunda parte da minha estratégia para educação financeira falarei sobre metas de economia porque meta é uma forma de nos motivar a economizar. Sem nenhuma meta a gente desanima, para de controlar os gastos e volta a gastar excessivamente, estoura o limite do cartão de crédito, cheque especial, etc.
Uma meta nada mais é que um alvo a ser atingido, um objetivo a ser alcançado. Minha estratégia consiste de 3 metas, a primeira de longo prazo, a segunda de médio prazo e a terceira de curto prazo. Minha visão de longo prazo é acima de 5 anos, médio prazo de 2 a 5 anos , e curto prazo de 1 mês a 2 anos.
Em minha primeira meta, meta de longo prazo, utilizo a regra do 70/30, onde gasto 70% do meu orçamento familiar (gasto fixo +gasto variável). Este é o teto de meus gastos mensais que acompanho com o auxílio de minha planilha mensal. Os outros 30% são destinados a investimentos. 10% são reservados para dízimo, pois precisamos retribuir a quem sempre nos ajuda nos momentos mais difíceis, os outros 20% eu divido entre as 2 próximas metas.
Na meta de médio prazo a gente precisa ter guardado pelo menos o equivalente a seis meses de salário pro caso de ficar em dificuldade, como quando o pagamento atrasa ou ficamos desempregados. Note que quando atingimos nossa segunda meta sentiremos um pouquinho de alívio porque teremos um dinheiro que suprirá nossas necessidades numa eventual crise no emprego.
Falando é muito fácil, mas para conseguir alcançar tal meta é preciso saber quanto depositar por mês para chegar lá. Para isso eu ensino as fórmulas fundamentais para alcançar a independência financeira:
Lembre-se que:
VP= valor presente
VF= valor final
VM= valor mensal
i= juros
n= total de meses
1) VP=VF/[(1+i)n -1]: Esta fórmula é usada para saber quanto temos que depositar todo mês para batermos nossa segunda meta. Após batermos nossa meta não precisaremos mais depositar nada nesta poupança a menos que saia um aumento salarial, promoção ou mudemos de emprego. Mesmo assim, nosso dinheirinho continuará rendendo.
2) VF= [VP.(1+i)n-1]/i: Use esta fórmula para saber quanto teremos daqui a um determinado período quando pararmos de depositar em nossa caderneta ou se depositarmos uma quantia única. Após concluir esta meta você pode continuar depositando até completar 1 ano (que é o ideal) ou abrir outra poupança para outros objetivos como pagamento antecipado de IR, IPVA, IPTU, ou outros impostos. Futuramente falarei sobre como aumentar o lucro de seus investimentos, pois caderneta de poupança rende apenas 0.5% a.m. + variação de TR.
3) VF= VM [(1+i)n-1]
.................i
Se você quer determinar quanto você pode depositar por mês, pode usar esta fórmula.
A terceira meta é de curto prazo. Tenha uma segunda poupança onde você depositará uma quantia mensal para satisfação de pequenos desejos como móveis novos, viagens, eletrodomésticos, eletroeletrônicos, obras em casa, troca de carro, etc.
Encerro por aqui a segunda parte da minha estratégia de independência financeira. Comigo está funcionando assim, se você não concorda com algo que eu tenha dito fique à vontade para comentar, também aceito sugestões de estratégias mais eficientes.