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terça-feira, 17 de novembro de 2009

O Retorno do blog abandonado

Após 3 meses de ausência, voltei ainda sem tempo de preparar a continuação da minha estratégia financeira, mas deixo aqui só pra nã deixar o blog abandonado como se calcula o IPVA dos veículos. Este é mais um custo que temos que prestar a devida atenção para não termos gastos sem previsão.

O Imposto sobre propriedade de veículo automotor é calculado a partir do valor venal do veículo (preço médio de venda). A Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (Fipe) é responsável por definir o valor venal dos veículos de vários estados dentre eles o RJ.
Entre neste site para saber qual é o valor venal do seu carro.
www.fipe.org.br/web/index.asp

Feito isso, multiplique o valor venal do carro pela tabela de IPVA abaixo para saber o valor do IPVA a ser pago:

- 1% para caminhões com capacidade de carga superior a 1 ton, veículos de transporte de passageiros a taxímetro pertencentes a pessoas jurídicas e veículos que utilizam GNV;

- 2% para ônibus, microônibus, motocicletas, ciclomotores e automóveis movidos a álcool;

- 3% para utilitários;

- 4% para automóveis de passeio e caminhonetas, veículos de procedência estrangeira e todos os demais não alcançados pelos dispositivos acima;

- 5% para embarcações e aeronaves.

terça-feira, 18 de agosto de 2009

Parte III: Poupador X Investidor




Depois de 1 mês de férias merecidas volto a postar aqui com a continuação de minha estratégia de educação financeira, hoje trago a definição do que é ser um Poupador e um Investidor. É importante saber tal definição para que possamos visualizar onde estamos localizados na cadeia evolutiva financeira e assim almejarmos o topo da prosperidade.

Quando juntamos dinheiro, seja no cofrinho ou na caderneta de poupança somos poupadores, já que estamos acumulando capital e o retorno dessa acumulação é mínima ou igual a zero no caso de quem estoca dinheiro em casa. O medo e a falta de conhecimento sobre investimentos são as maiores causas do baixo rendimento lucrativo, ou talvez o poupador esteja acumulando dinheiro apenas para cumprir uma meta ou para suprir alguma necessidade mesmo que demore anos para alcançar tal objetivo. Quando iniciamos nosso estudo de independência financeira começamos sendo poupadores pois precisamos acumular dinheiro para aplicações futuras, e assim nos tornarmos investidores, notou a evolução?


Investidor é a pessoa ou empresa que aplica recursos financeiros visando lucros significativos e/ou benefícios futuros, porém quanto maior o retorno, maior foi o risco sofrido. O investidor precisa saber administrar o risco e não pode ser muito ganancioso para que não transforme lucro em prejuízo. Precisa sempre estar a par de novas formas de investimento e precisa ter estratégias bem definidas para retirada e reinvestimentos. O investidor não se deixa paralisar pelo medo e não toma decisões baseadas na ambição, está cada vez mais no topo da cadeia na medida em que acumula conhecimento, oportunidades e lucro nos seus investimentos.

domingo, 12 de julho de 2009

Uma estratégia para educação financeira II


Planos e metas para economizar

Na segunda parte da minha estratégia para educação financeira falarei sobre metas de economia porque meta é uma forma de nos motivar a economizar. Sem nenhuma meta a gente desanima, para de controlar os gastos e volta a gastar excessivamente, estoura o limite do cartão de crédito, cheque especial, etc.

Uma meta nada mais é que um alvo a ser atingido, um objetivo a ser alcançado. Minha estratégia consiste de 3 metas, a primeira de longo prazo, a segunda de médio prazo e a terceira de curto prazo. Minha visão de longo prazo é acima de 5 anos, médio prazo de 2 a 5 anos , e curto prazo de 1 mês a 2 anos.

Em minha primeira meta, meta de longo prazo, utilizo a regra do 70/30, onde gasto 70% do meu orçamento familiar (gasto fixo +gasto variável). Este é o teto de meus gastos mensais que acompanho com o auxílio de minha planilha mensal. Os outros 30% são destinados a investimentos. 10% são reservados para dízimo, pois precisamos retribuir a quem sempre nos ajuda nos momentos mais difíceis, os outros 20% eu divido entre as 2 próximas metas.

Na meta de médio prazo a gente precisa ter guardado pelo menos o equivalente a seis meses de salário pro caso de ficar em dificuldade, como quando o pagamento atrasa ou ficamos desempregados. Note que quando atingimos nossa segunda meta sentiremos um pouquinho de alívio porque teremos um dinheiro que suprirá nossas necessidades numa eventual crise no emprego.

Falando é muito fácil, mas para conseguir alcançar tal meta é preciso saber quanto depositar por mês para chegar lá. Para isso eu ensino as fórmulas fundamentais para alcançar a independência financeira:

Lembre-se que:

VP= valor presente

VF= valor final

VM= valor mensal

i= juros

n= total de meses

1) VP=VF/[(1+i)n -1]: Esta fórmula é usada para saber quanto temos que depositar todo mês para batermos nossa segunda meta. Após batermos nossa meta não precisaremos mais depositar nada nesta poupança a menos que saia um aumento salarial, promoção ou mudemos de emprego. Mesmo assim, nosso dinheirinho continuará rendendo.

2) VF= [VP.(1+i)n-1]/i: Use esta fórmula para saber quanto teremos daqui a um determinado período quando pararmos de depositar em nossa caderneta ou se depositarmos uma quantia única. Após concluir esta meta você pode continuar depositando até completar 1 ano (que é o ideal) ou abrir outra poupança para outros objetivos como pagamento antecipado de IR, IPVA, IPTU, ou outros impostos. Futuramente falarei sobre como aumentar o lucro de seus investimentos, pois caderneta de poupança rende apenas 0.5% a.m. + variação de TR.

3) VF= VM [(1+i)n-1]

.................i

Se você quer determinar quanto você pode depositar por mês, pode usar esta fórmula.

A terceira meta é de curto prazo. Tenha uma segunda poupança onde você depositará uma quantia mensal para satisfação de pequenos desejos como móveis novos, viagens, eletrodomésticos, eletroeletrônicos, obras em casa, troca de carro, etc.

Encerro por aqui a segunda parte da minha estratégia de independência financeira. Comigo está funcionando assim, se você não concorda com algo que eu tenha dito fique à vontade para comentar, também aceito sugestões de estratégias mais eficientes.

quarta-feira, 1 de julho de 2009

Uma estratégia para educação financeira


Ser educado financeiramente é requisito fundamental para quem quer alcançar a independência financeira também chamada de “auto suficiência financeira" (que é quando a pessoa consegue se sustentar com o dinheiro vindo dos lucros de seus investimentos). Já imaginou pagar seus impostos e pagar suas contas sem depender do seu suado salário?

Pessoas que alcançam esse objetivo são pessoas livres para trabalhar naquilo que gostam sem se preocupar se são bem remuneradas, tendo também a alternativa de criar uma empresa no ramo que gosta. Também é possível decidir quando se aposentar sem depender da miséria que é paga pelo INSS e sem ter a obrigatoriedade de ter pelo menos 65 anos ou ter 35 anos de contribuição previdenciária.

Para ter educação financeira é preciso de muita dedicação e estudo.

Dedicação porque é extremamente necessário ser disciplinado no controle dos gastos. Precisamos inclusive controlar os centavos gastos para se ter o controle eficiente, para isso utilizamos o orçamento doméstico como fonte de informação. Estudo porque após você ter todos os seus gastos controlados você vai precisar conhecer as formas de investimentos disponíveis, quanto lucram, quanto o IR tem direito na participação dos seus lucros, etc.

Dividi esse assunto em cinco partes. Primeiro vou falar sobre o orçamento pessoal, na segunda parte falarei sobre metas para economizar dinheiro, reservas de emergência e antecipação de gastos; na terceira parte trarei a diferença entre poupador e investidor, na quarta parte falarei sobre imposto de renda e na quinta e última parte falarei um pouco sobre investimentos e seus riscos.

Nesta primeira parte falarei sobre orçamento pessoal, a forma que uso para controlar meus gastos. Vou mostrar minha planilha de orçamento doméstico, você pode copiá-la ou melhorá-la adaptando-a de acordo com seus gastos, por exemplo, eu não tenho carro, portanto, não preciso mencionar em minha planilha gastos com IPVA e Seguro.

Divido minha planilha em 3 grupos principais de gastos:

  • Gasto Fixo;

  • Gasto Eventual; e

  • Gasto Sazonal.


  1. Gasto Fixo: É a despesa que será cobrada todo mês como serviços contratados e/ou bens adquiridos em prestações. Em minha planilha estão:

    água, supermercado, celular, dízimo, gás, banda larga, telefone fixo, Itau Card, Real Card, luz, padaria, sacolão e transporte.

  2. Gasto Eventual: São despesas que ocorrem no decorrer do mês sem que seja obrigatório ocorrer em outros meses, e podemos evitar contraí-los. Esta categoria de gastos é a mais fácil de se eliminar quando estamos endividados. Fazem parte deste grupo a ajuda a terceiros, casa (móveis e utensílios), consertos, corte de cabelo, educação, estacionamento, lanches, livros/ revistas/ jornais, gasto pessoal( equipamentos eletrônicos e outros presentes a você mesmo), passeios, pequenos gastos (besteiras que compramos pela rua) remédios, restaurantes, viagens, bares, cinema, clube, diversão, praia e teatro.

  3. Gasto Sazonal: Despesas que são contraídas uma vez por ano. Você sabe que terá aquele gasto todo ano, podendo assim se programar para que não fique sufocado no fim do mês. Fazem parte deste grupo: Aniversários, dia das mães, dia dos namorados, aniversário de casamento, natal, páscoa, volta às aulas, Imposto de Renda.

quinta-feira, 18 de junho de 2009

Gestão do Tempo


Um consultor, especialista em gestão do tempo, quis surpreender a Assistência numa conferência. Tirou debaixo da mesa um frasco grande de boca larga.
Colocou-o em cima da mesa, junto a uma bandeja com Pedras do tamanho de um punho, e perguntou:
-"Quantas pedras pensam que cabem neste frasco?"
Depois dos presentes fazerem suas conjecturas, começou a meter pedras até Que encheu o frasco. E aí perguntou:
-"Está cheio?"
Todos olharam para o frasco e assentiram que sim. Então ele tirou debaixo da mesa um saco com gravilha (pedrinhas pequenas, menores que a "brita").
Colocou parte da gravilha dentro do frasco e agitou-o.
As pedrinhas penetraram pelos espaços deixados pelas pedras grandes.
O consultor sorriu com ironia e repetiu:
-"Está cheio?"
Desta vez os ouvintes duvidaram:
-"Talvez não.", responderam.
- "Muito bem!", disse ele, e pousou na mesa um saco com areia que começou a despejar no frasco. A areia infiltrava-se nos pequenos buracos, deixados pelas pedras e pela gravilha.
-"Está cheio?", perguntou de novo.
-"Não!", exclamaram os presentes. Então o consultor pegou uma jarra com água e começou a derramar para dentro do frasco. O frasco absorvia a água sem transbordar.
-"Bom, o que acabamos de demonstrar?", perguntou.
Um ouvinte, mais afoito, arriscou:
-"Que não importa o quão cheia está a nossa agenda; se quisermos, sempre conseguimos
fazer com que caibam mais compromissos."
-"Não!", concluiu o especialista, "o que esta lição nos ensina é que se não colocarem as pedras grandes primeiro, nunca poderão colocá-las depois...
E quais são as grandes pedras nas nossas vidas? A pessoa amada, nossos filhos, os amigos, os nossos sonhos e desejos, a nossa saúde.

Lembrem-se: ponham-nos sempre primeiro. O resto encontrará o seu lugar!"
Autor Desconhecido

PS.: Está se perguntando por que eu botei este texto na categoria "Finanças"? Simples, porque tempo é dinheiro, hehehe

domingo, 24 de maio de 2009

Essa dica vale ouro



"Cuidados ao ir às compras

Hoje decidi trazer a você algumas dicas que tornam nossas compras cotidianas mais eficientes. Vamos a elas.

Primeira dica. Adote o hábito de fazer uma relação dos itens que deseja comprar, antes de sair às compras. Seja para compras de supermercados, idas ao shopping ou para as lembranças da viagem de férias, ter uma referência do que você quer o ajuda a focar na pesquisa de preços e lhe permite economizar tempo para outras atividades.

Além disso, você estará menos propenso a cair na armadilha do tipo “deixa eu ver o que tem nessa seção”.

Segunda dica. Não saia de casa sem saber qual é a verba disponível para o consumo que pretende fazer. Se for viável consultar no orçamento a verba já gasta no mês, melhor. No mínimo, consulte o extrato do banco e do cartão de crédito, caso pense em pagar as compras com o conveniente dinheiro de plástico.

Terceira dica. Se você planeja comprar algo para o qual sabe que não tem recursos para pagar, faça as contas em casa e tenha em mente os limites para um possível financiamento: prestação máxima que pode pagar, limites para a taxa de juros que quer assumir, prazo máximo para o contrato de financiamento.

Quarta dica. Quando vamos ao mercado com fome, compramos mais do que realmente precisamos. Isso vale também para compras de roupas. Antes de ir ao shopping, faça uma varredura em seu guarda-roupa e anote o que você sente que está em falta. Ao rever nosso estoque pessoal, sempre encontramos roupas que estávamos usando pouco ou que havíamos esquecido de colocar em uso. Isso ajuda a evitar a compra de itens que já temos.

Quinta e última dica de hoje. Conheça o preço do que você compra regularmente ou que gostaria de comprar. Supermercados costumam distribuir folhetos com as promoções da semana. Tais folhetos poupam-nos de uma pesquisa, pois os produtos anunciados já costumam ter preços abaixo da concorrência. Bens duráveis como livros, eletrônicos, equipamentos esportivos e brinquedos podem ter seus preços pesquisados na Internet, como no www.transhopping.com.br.

Com boas ferramentas, suas compras rendem mais.

Gustavo Cerbasi, para o Transnotícias."

O Transnotícias é um programa da rádio Transamérica FM 101.3 RJ que vai ao ar de segunda à sexta das 6h às 8h da manhã. Seu site é www.primeiroprograma.com.br. De lá que eu tirei este texto, Entre lá pra ter acesso ao conteúdo completo do site, você vai se surpreender.

Gustavo Cerbasi transmite toda terça e quinta a sua coluna dinheiro e prosperidade no programa Transnotícias. Ele também tem um site repleto de dicas (www.maisdinheiro.com.br) além de ser autor de diversos livros como "Casais inteligentes enriquecem juntos", "Filhos inteligentes enriquecem sozinhos", "Dinheiro, os segredos de quem tem" entre outros.