quarta-feira, 23 de julho de 2014

Primeiros Contatos com o Linux Debian Wheezy 7.4.0 Parte 2

    Neste post vou postar como resolvi mais uma necessidade que tive ao começar a usar o Linux. Ao instalar o Debian optei por instalar o ambiente de trabalho Gnome que vem no primeiro dvd da distribuição. Ao iniciar o ambiente de trabalho do Linux me deparei na guia de internet que não vinha por padrão instalado o Mozilla Firefox nem o Chrome, não gostei de usar o iceweasel que vem nativo no Gnome.
    Pesquisei na internet e achei uma dica interessante que funcionou no meu caso:

1º) Tive que desinstalar o Iceweasel usando o seguinte comando como root no terminal:

apt-get remove iceweasel

2º) Verifiquei que ainda havia o diretório /opt/firefox, então removi com o comando:

rm -rf /opt/firefox

3. Tudo ok, passei agora para a instalação do Firefox propriamente dito. Descompactei o arquivo que baixei do site do Mozilla Firefox e foi criado o diretório "firefox" da seguinte forma:

tar -jxvf firefox-31.0.tar.bz2

4. Movi o diretório descompactado "firefox" para o diretório /opt:

mv firefox /opt

5. Criei  um link simbólico no diretório /usr/lib para o arquivo executável:

ln -s /opt/firefox/firefox /usr/lib/firefox

6. Feito isso, tudo pronto agora. Para testar é só digitar no terminal:
firefox

Ou criar um atalho para o firefox na barra de tarefas, basta acessar o diretório /opt/firefox/ clicar com o botão esquerdo no script firefox e arrastar até a barra de tarefas no alto da tela. Depois é só clicar e navegar no Firefox normalmente, quando tiver atualização ele atualiza automaticamente.


Abraços e até a próxima parte de minhas experiências com o Linux.

terça-feira, 22 de julho de 2014

Primeiros Contatos com o Linux Debian Wheezy 7.4.0 Parte 1

     Retornando às postagens no blog venho para deixar registrado meus primeiros contatos com o Linux. A versão escolhida para minha entrada no universo linux foi o Debian.
Instalei o sistema em meu laptop e durante a instalação tive problema em instalar a minha placa wifi. apareceu uma mensagem de erro dizendo que não conseguiu achar o arquivo de firmware rt73.bin portanto tive que conectar via cabo de rede para que a instalação buscasse os pacotes necessários mais atuais que existem no repositório.

      Após instalar o sistema tentei instalar o editor de texto vim e não consegui pois ele ficava pedindo que eu inserisse o cd, resolvi editando o arquivo sources.list localizado no diretório /etc/apt/sources.list com a senha de root.

Comentei a seguinte linha inserindo o símbolo #:

# deb cdrom:[Debian GNU/Linux 7.4.0 _Wheezy_ - Official i386 DVD Binary-1 20140208-12:26]/ wheezy contrib main

Após isso salvei o arquivo e instalei o editor de texto vim com o comando aptitude install vim.

Em seguida consegui resolver o problema com o driver da minha placa wifi da seguinte forma:
1) Adicionei a seguinte linha ao arquivo sources.list já mencionado acima:
   
       deb http://http.debian.net/debian/ wheezy main contrib non-free

2) Atualizei a lista de pacotes disponíveis e instalei o pacote do firmware ralink que estava faltando com o seguinte comando:
      
       apt-get update && apt-get install firmware-ralink

Feito isso os drivers já estão atualizados bastando apenas procurar a rede conectar e digitar a chave de segurança já que eu uso a criptografia wpa2.

terça-feira, 30 de novembro de 2010

A melhor dica de edição de pdf que encontrei na internet

1. Baixe a nova versão do BrOffice em www.broffice.org e instale.
2. Baixe a extensão pdfimport em http://extensions.services.openoffice.org/project/pdfimport e salve no computador.
3. Abra o BrOffice e usando o botão ou menu "Abrir", abra o arquivo da extensão.
4. Siga as instruções para instalação.
5. Abra o Draw (se quiser editar no formato original), ou o Impress (se quiser editar o pdf em formato de apresentação).
6. Abra o arquivo pdf que deseja editar.

sexta-feira, 15 de outubro de 2010

PASSO A PASSO PARA ORDENAÇÃO DE RESULTADOS DE CONCURSOS

Galera, achei essa dica muito interessante e não pude deixar de postar para ajudar a todos:

PASSO 1-Copiar todo o resultado do PDF. O padrão da cespe é assim:

número, Nome, nota / número2, Nome2, nota2.............

PASSO 2-Colar tudo no word.

PASSO 3-Vai na função Localizar e substituir:
Localizar: Digitar /
Substituir:Digitar ^p (isso mesmo: acento circunflexo e p minúsculo)

PASSO 4-Essa é a parte mais chata: deixar um embaixo do outro, deste jeito:
número1, Nome1, nota1
número2, Nome2, nota2
número3, Nome3, nota3

PASSO 5-Copiar tudo e colar no bloco de notas e salvar com qualquer nome.

PASSO 6-No excel, ir em Dados->Importar dados externos...->importar dados
Procurar o arquivo que vc salvou no passo 5:

PASSO 7-Selecionar Delimitado e avançar

PASSO 8-Marcar vírgula e desmarcar tabulação. embaixo já vai aparecer a previsão de como vai ficar.

PASSO 9-Avançar e concluir

PASSO 10-Depois disso é clica na coluna das notas e clicar em ordenar e verificar sua posição...

sábado, 19 de dezembro de 2009

Medo - O Ladrão de Alegria


Ele era um ladrão profissional. Seu nome inspirava medo. Ele aterrorizou durante 13 anos as diligências de Wells Fargo, rugindo como um furacão e saindo da Sierra Nevada assombrando os mais rudes homens da fronteira. Nos jornais de São Francisco a Nova Iorque seu nome se tornou sinônimo de perigo na fronteira.

Durante seu reino de terror, entre 1875 e 1883, ele roubou a bagagem e o fôlego de 29 diferentes tripulações de diligências. E fez tudo isto sem disparar um tiro sequer. Sua arma cobria seu rosto. Nenhuma vítima jamais o viu. Nenhum artista pôde fazer seu retrato. Nenhum delegado pôde seguir sua trilha. Ele nunca deu um tiro ou seqüestrou alguém. Ele não precisava fazê-lo. Sua presença era o bastante para paralisar as pessoas. Black Bart. Um bandido encapuzado, equipado com uma arma mortal.

Ele faz lembrar outro ladrão que ainda anda por aí. Você o conhece, mas também nunca viu seu rosto. Você não pode descrever sua voz ou fazer seu retrato falado. Mas quando ele está por perto, você o sente por causa das batidas do seu coração.

Se você já esteve num hospital, já sentiu o toque de sua mão áspera sobre a sua. Se você já sentiu que alguém o estava seguindo, já sentiu sua respiração no pescoço. Se você acordou tarde da noite num quarto estranho, foi seu terrível sussurro que roubou seu sono.

Você o conhece. Ele é o ladrão que fez as palmas de suas mãos suarem quando foi ser entrevistado para um emprego. E foi esse patife que segregou em seu ouvido ao deixar o cemitério: “Você pode ser o próximo!”.

Ele é o Black Bart da alma. Ele não quer o seu dinheiro. Ele não quer seus diamantes. Ele não está querendo seu carro. Ele quer algo muito mais importante. Ele quer a paz do seu espírito - sua alegria.

Seu nome? Medo.

(...)

O medo é provavelmente a causa principal do potencial perdido. Quantas pessoas, através da história, malograram na consecução de seus objetivos porque deram as costas a oportunidade: sentiram medo.

(...)

Não faltam oportunidades e desafios. Novos empreendimentos comerciais precisam ser estabelecidos. Escolas precisam ser fundadas. Livros precisam ser escritos. Leis precisam ser promulgadas. Vacinas precisam ser descobertas. A poluição precisa ser controlada. Quem sabe se você não é a pessoa indicada para atender a uma destas necessidades, ou a alguma outra dentre milhares e milhares?

A propósito, lembra-se do Black Bart? Afinal, ele não era nada a temer. Quando o capuz caiu, não havia nada a temer. Quando finalmente as autoridades prenderam o ladrão, não encontraram o bandido sanguinário do Death Valley (vale da morte); encontraram um farmacêutico bem comportado de Decatur, Illinois. O homem que os jornais apontavam como alguém que galopava pelas montanhas sempre em alta velocidade. Na realidade, tinha tanto medo de cavalos, que praticava seus assaltos viajando numa pequena carruagem. Ele era Charles E. Boles - o bandido que nunca deu um tiro, porque nem sequer carregava pistola!

Existem “falsos capuzes” no seu mundo?Desmascare-os.
Viva!
Sonhe!
Planeje!
e sobretudo realize.

...quando se vence ao medo começa a sabedoria. (Bertrand Russell)

quinta-feira, 3 de dezembro de 2009

Dicionário Brasileiro de Prazos

Dicionário Brasileiro de Prazos

Para evitar que estrangeiros fiquem pegando injustamente no nosso pé, está-se compilando o Dicionário Brasileiro de Prazos. Alias, este livro já deveria estar pronto , mas atrasou. Por isso extraímos alguns trechos que seguem abaixo:

DEPENDE: Envolve a conjunção de várias incógnitas, todas desfavoráveis. Em situações anormais, pode até significar sim, embora até hoje tal fenômeno só tenha sido registrado em testes teóricos de laboratório. O mais comum é que signifique diversos pretextos para dizer não.

JÁ JÁ: Aos incautos, pode dar a impressão de ser duas vezes mais rápido do que já. Ledo engano; é muito mais lento. Faço já significa “passou a ser minha primeira prioridade”, enquanto

“faço já já” quer dizer apenas “assim que eu terminar de ler meu jornal, prometo que vou pensar a respeito.”

LOGO: Logo é bem mais tempo do que dentro em breve e muito mais do que daqui a pouco. É tão indeterminado que pode até levar séculos. Logo chegaremos a outras galáxias, por exemplo. É preciso também tomar cuidado com a frase “Mas logo eu?”, que quer dizer “tô fora!”

MÊS QUE VEM: Parece coisa de primeiro grau, mas ainda tem estrangeiro que não entendeu. Existem só três tipos de meses: aquele em que estamos agora, os que já passaram e os que ainda estão por vir. Portanto, todos os meses, do próximo até o Apocalipse, são meses que vêm!

NO MÁXIMO: Essa é fácil: quer dizer no mínimo. Exemplo: Entrego em meia hora, no máximo. Significa que a única certeza é de que a coisa não será entregue antes de meia hora.

PODE DEIXAR: Traduz-se como nunca.

POR VOLTA: Similar a no máximo. É uma medida de tempo dilatada, em que o limite inferior é claro, mas o superior é totalmente indefinido. Por volta das 5h quer dizer a partir das 5 h.

SEM FALTA: É uma expressão que só se usa depois do terceiro atraso. Porque depois do primeiro atraso, deve-se dizer “fique tranqüilo que amanhã eu entrego.” E depois do segundo atraso, “relaxa, amanhã estará em sua mesa.” Só aí é que vem o “amanhã, sem falta”.

UM MINUTINHO: É um período de tempo incerto e não sabido, que nada tem a ver com um intervalo de 60 segundos e raramente dura menos que cinco minutos.

TÁ SAINDO: Ou seja: vai demorar. E muito. Não adianta bufar. Os dois verbos juntos indicam tempo contínuo. Não entendeu? É para continuar a esperar? Capisce! Understood? Comprendez-vous? Sacou? Mas não esquenta que já tá saindo...

VEJA BEM: É o Day after do depende. Significa “viu como pressionar não adianta?” É utilizado da seguinte maneira: “Mas você não prometeu os cálculos para hoje?” Resposta: “Veja bem...” Se dito neste tom, após a frase “não vou mais tolerar atrasos, OK?”, exprime dó e piedade por tamanha ignorância sobre nossa cultura.

ZÁS-TRÁS: Palavra em moda até uns 50 anos atrás e que significava ligeireza no cumprimento de uma tarefa, com total eficiência e sem nenhuma desculpa. Por isso mesmo, caiu em desuso e foi abolida do dicionário.

terça-feira, 17 de novembro de 2009

O Retorno do blog abandonado

Após 3 meses de ausência, voltei ainda sem tempo de preparar a continuação da minha estratégia financeira, mas deixo aqui só pra nã deixar o blog abandonado como se calcula o IPVA dos veículos. Este é mais um custo que temos que prestar a devida atenção para não termos gastos sem previsão.

O Imposto sobre propriedade de veículo automotor é calculado a partir do valor venal do veículo (preço médio de venda). A Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (Fipe) é responsável por definir o valor venal dos veículos de vários estados dentre eles o RJ.
Entre neste site para saber qual é o valor venal do seu carro.
www.fipe.org.br/web/index.asp

Feito isso, multiplique o valor venal do carro pela tabela de IPVA abaixo para saber o valor do IPVA a ser pago:

- 1% para caminhões com capacidade de carga superior a 1 ton, veículos de transporte de passageiros a taxímetro pertencentes a pessoas jurídicas e veículos que utilizam GNV;

- 2% para ônibus, microônibus, motocicletas, ciclomotores e automóveis movidos a álcool;

- 3% para utilitários;

- 4% para automóveis de passeio e caminhonetas, veículos de procedência estrangeira e todos os demais não alcançados pelos dispositivos acima;

- 5% para embarcações e aeronaves.